Cursos

A Inclusão Na Sociedade Dos Esteriótipos

Ó abre alas que eu quero passar, ó abre alas que eu quero passar…

A muito se foi, aquele tempo, em que o novo, o ‘eu’ e o subjetivo ocupava lugar de destaque no desfile coeso das individualidades, onde a evolução e a harmonia desfilava com brilho e graciosidade sem atravessar o ‘samba enredo’ na avenida, os quesitos evolução, alegorias e adereços não perdiam a originalidade apesar da obrigatoriedade e regiamente distribuídos pelas mais diversas alas de cada Escola. As fantasias não tinham o caráter fraudulento, mas sim, a sobre pele da identidade do contexto do qual faziam parte, enquanto que o mestre-sala e a porta-bandeira representarem a identidade e o zelo por esta identidade, estes não exigiam dos demais membros da escola um comportamento único, mas apenas a alegria e responsabilidade dentro da grande folia chamada Sociedade.
Hoje, a subjetividade pede passagem para desfilar, com seu abre alas e comissão de frente, porém estas, mais parecem exércitos de orientais, de comportamento hostis, entoando palavras de ordem ressentidas, quase não se houve o samba enredo, mas sim, a cadência de cânticos de uma marcha épica, onde ninguém sai vitorioso, mas que todos lutam e muitos saem feridos.
O Instituto Ami, propõe na edição de reabertura do ano letivo do Debatendo Gente promover um diálogo compartilhado sobre o tema da Inclusão da Subjetividade Social, dentro da Sociedade Estereotipada da Ditadura do comportamento reativo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *